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Para a grife Jorge Bischoff já é inverno. O charme da estação já contagiou a toda equipe! E nós, compartilhamos o melhor deste clima com você. Hoje, em mais um post da Série Revista JB edição Outono-Inverno 2014, vamos mostrar um pouco mais sobre o Ice Hotel, um espaço incrível que existe somente durante os dias de inverno, no Norte da Suécia. Confira:

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DESIGN NO GELO

author Laplandish

Em um vilarejo de apenas 1.100 habitantes no Norte da Suécia, um hotel de gelo convida os visitantes a uma inusitada noite a 5ºC negativos. A cidade de Jukkasjärvi, a 200 km ao Norte do Círculo Ártico, abriga o Ice Hotel, que derrete no verão e é reconstruído por artistas do mundo inteiro, convidados a apresentar sua arte sobre o gelo. O projeto, que acontece há 24 anos, nasceu da proposta de atrair curiosos por saber como seria dormir num iglu gigantesco.

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O hotel possui 80 suítes, igreja, sauna de gelo, cinema e outras dependências. As camas são cobertas por peles de rena e colchões que se mantêm aquecidos e os hóspedes recebem roupas especiais para aguentar as baixas temperaturas. O grafiteiro Speto, um dos principais nomes da arte de rua do Brasil, foi o primeiro artista do país a participar em dezembro de 2013. Seu trabalho, batizado de “Todo Mundo”, consiste em um mural entalhado e duas esculturas. No painel, um sol formado por uma bola de futebol, o Pão de Açúcar, um pássaro e pedaços de gelo lapidados como se fossem cristais. As esculturas, com até 2,70 m de altura, foram inspiradas em Nossa Senhora Aparecida e em uma baiana. Uma mistura entre o calor brasileiro e a gelada Lapônia Sueca.

Photo by Leif Milling

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Fotos: Peter Grant / Reprodução

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Diretamente da seção top da Revista JB edição Outono-Inverno 2014, apresentamos a você, um universo encantador, um espetáculo proporcionado pela força da natureza. Mergulhe no mundo da Revista Jorge Bischoff.

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Noites Brancas

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De maio a julho, a segunda maior cidade da Rússia ganha charme ainda maior. São Petersburgo testemunha, anualmente, um curioso fenômeno, que se deve à sua localização geográfica: o sol da meia-noite. Nessa época, a cidade emerge de longos meses de frio e escuridão para celebrar o breve retorno da claridade que dura o dia – e noite – inteiro. É uma época em que o sol nunca se põe totalmente e a cidade vibra em um redemoinho de atividades artísticas.

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O fenômeno é conhecido como Noites Brancas, expressão eternizada por ser o título de um conto do escritor russo Dostoiévski. O Festival de Artes das Noites Brancas reúne milhares de pessoas em apresentações de cinema, balé, concertos e festas que duram a noite inteira. Celebrações podem ser vistas em quase cada esquina da cidade, neste período em que noite se confunde com dia e a cidade celebra as temperaturas amenas antes da volta do característico frio russo.

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Fotos: Mihai-Bogdan Lazar; Reprodução.

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Planejar uma viagem para o México é muito mais que se envolver nas melodias dos mariachis e nos sabores dos tacos e tequilas. Significa escolher entre uma coleção de destinos únicos. A começar pela Cidade do México, a capital vibrante e colorida, dona de belas construções coloniais e museus interessantes. No litoral do Pacífico, Los Cabos mistura praia e deserto maravilhosamente. Em Punta Mita, a chance de desvendar a exuberância da chamada Riviera Nayarit. Já no coração do México, San Miguel de Allende é uma das cidadezinhas históricas mais lindas do país.  O blog Iguatemi selecionou as mais exclusivas propriedades para uma grande experiência mexicana e nós compartilhamos com você:

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Belmond Casa de Sierra Nevada, San Miguel de Allende | Belmond

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Um conjunto de construções históricas no centro de San Miguel de Allende acolhe o Casa de Sierra Nevada. Do exclusivo grupo Belmond (novo nome adotado pela rede Orient Express), o charmoso hotel preserva arcos de pedra, portas de madeira e belos pátios internos e convida a relaxar entre os ambientes de estilo colonial. Todos os quartos e suítes foram decorados individualmente, com peças de arte e antiguidade e finos tecidos. A área da piscina é um delicioso oásis envolto por história e natureza. Se não estiver lá, faça uma aula de cozinha tradicional mexicana na escola própria do hotel, a Sazón, instalada em uma mansão do século 18, ou um tratamento relaxante no Laja Spa. E há um cardápio recheado de atividades – entre bike nos arredores e passeio a cavalo com visita ao Rancho Xotolar. À mesa, o restaurante Andanza prepara pratos da cozinha tradicional com toques contemporâneos.

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Four Seasons Resort Punta Mita | Four Seasons Hotels and Resorts

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O cenário é composto por praias de areias brancas e águas turquesas, perfeito para a prática de snorkelling, mergulho, pesca e surfe. Bem-vindo a Punta Mita, paraíso exclusivo na Riviera Nayarit. Aqui, o Four Seasons recebe em casitas confortáveis diante do mar ou da areia, no estilo das elegantes residências de praia do México e repletas de comodidades high tech. O resort oferece um sem-fim de facilidades e mordomias: duas praias e três piscinas, dois campos de golfe projetados pelo célebre Jack Nicklaus, kids club e muito mais. Dos restaurantes, Bahía by Richard Sandoval é especializado em cozinha na grelha, delicioso. Imperdíveis por lá, a degustação de tequila com sommeliers especializados, uma massagem do Apuane Spa na praia e o passeio de barco para a observação de baleias, de dezembro a abril.

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 Las Ventanas al Paraíso, Los Cabos | Rosewood Hotels 

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Los Cabos, na região da Baja California, abriga um dos resorts mais sofisticados e românticos do mundo. Do seleto grupo Rosewood, Las Ventanas al Paraíso combina os estilos mexicano e mediterrâneo com muito bom gosto. Portas talhadas à mão, peças em cerâmica e trabalhos com mosaico compõem os espaços diante do mar. Há mordomos à disposição para satisfazer todos os desejos dos mais exigentes hóspedes. Fazer e desfazer as malas, organizar um romântico jantar à luz de velas na praia ou uma aula de cozinha com o chef, por exemplo. Reserve uma das novas villas com piscina individual. Entre as facilidades, o resort tem um spa maravilhoso com tratamentos à base de plantas e ervas locais e reúne três restaurantes, além do Tequila Ceviche & Sushi Bar, para degustar variedades de tequila.

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The St. Regis Mexico City | St. Regis Hotels & Resorts

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Propriedade da marca St. Regis Hotels & Resorts (grupo Starwoods) na Cidade do México, o hotel fica no centro e ocupa a Torre Libertad, de 31 andares, no histórico Paseo de la Reforma. Seja dos quartos ou das variadas suítes, há vista maravilhosa para a cidade de todos os ângulos. Hóspedes contam com o lendário serviço de mordomo St. Regis, concierge por 24 horas e facilidades top. Há um spa da reconhecida grife Remède, piscina interna para os momentos de relax e um completo Childrens Club, que organiza desde aulas de arte a sessões de cinema. Entre os restaurantes, experimente o J&G Grill, do chef estrelado Jean-Georges Vongerichten, e o mexicano Diana Restaurant, onde se pode comer no terraço, e não perca os rituais de chá da tarde e champanhe no Atrium.

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Via / Fotos: Reprodução

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Quem conhece a rede Shangri-La sabe que os hotéis são extremamente luxuosos. O mais novo empreendimento, o At The Shard, em Londres, é o primeiro do grupo no Reino Unido e já tem data de estreia. Com inauguração marcada para o dia 6 de maio, o novo hotel já está aceitando reservas e os valores vão de cerca de R$ 1.700 por pessoa a R$ 12 mil por suíte.

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O nome do hotel é uma menção à torre em que ele está instalado, a icônica The Shard, projetada por Renzo Piano. O Shangri-La vai ocupar os andares 34 a 52 do edifício que é um dos mais altos e famosos do mundo.

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O quarto tem uma vista de tirar o fôlego de qualquer pessoa. São 202 quartos com janelas do chão ao teto. De lá, é possível ver o Rio Tamisa, o Palácio de Westminster e outros monumentos incríveis de Londres. Há também uma piscina coberta e um bar de drinques no último andar do prédio. Nos banheiros, mimos da Acqua di Parma e também janelas enormes.

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Tem mais: há três espaços para eventos no 34º andar e dois restaurantes: o Ting, que conta com especialidades asiáticas e o Láng, pastelaria que fica no piso térreo do hotel.

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Via

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O National Gallery de Londres conseguiu reunir pela primeira vez em 65 anos, duas das cinco versões que Vincent Van Gogh (1853-1890) pintou de “Os Girassóis”, em uma exposição que começou em janeiro e segue até 27 de abril deste ano. O museu, que é um dos mais importantes do mundo, já possuía um dos quadros desde 1924, pintado por Van Gogh em 1888, enquanto o outro, de janeiro de 1889, procede do museu do artista em Amsterdã.

As três versões restantes estão em Tóquio, no Japão; em Munique, na Alemanha; e na Filadélfia, nos Estados Unidos. Por isso, é “uma oportunidade extraordinariamente insólita” ver duas delas ao mesmo tempo e poder compará-las, afirmou à Agência Efe o curador do museu, Christopher Riopelle.

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Os dois quadros estão expostos na sala 46 da National Gallery e, embora sejam as únicas obras de arte do salão, estão acompanhadas por aparelhos de Raio X, utilizados por ambos os museus no processo de pesquisa científica sobre as obras. Os resultados revelam que a quantidade de tinta utilizada por Van Gogh em cada traço, como aplicava o óleo “rapidamente” com seu pincel e que o pintor acrescentou um pedaço de madeira no exemplar de Amsterdã para se ajustar melhor às dimensões que queria.

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Embora muito parecidos, os dois quadros apresentam diferenças. O holandês usou tintas “muito similares” em ambos os quadros e sua paleta de cores estava dominada por um “amarelo mate vibrante”, duas faixas de verde e um azul intenso ultramarino. Já no exemplar de Amsterdã há, além disso, um azul pálido, o chamado azul da Prússia, e um vermelho intenso.

“O de Amsterdã foi feito cinco meses depois, e (Van Gogh) pinta o mesmo motivo, mas o reinterpreta, o faz mais decorativo, mais exagerado e utiliza mais cor”, explicou Riopelle.

Os admirados girassóis datam de 1888, quando Van Gogh foi embora de Paris para pintar a paisagem ensolarada do sul da França. Hospedado em uma casa na Provença, Van Gogh convidou seu amigo Paul Gauguin para que ambos pintassem juntos. Enquanto o esperava chegar, decidiu criar alguns quadros de girassóis para decorar seu quarto.

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Os dois gênios da pintura trabalharam juntos por cerca de durante três meses, mas Van Gogh passou a ter crises de loucura, sofreu um colapso nervoso, cortou a orelha e foi internado em um asilo. O pintor acabou se matando com um tiro no peito em 1890.

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Os Girassóis

Período: 25 de janeiro a 27 de abril de 2014

Horários: Diariamente, das 10h às 18h

Entrada: Gratuita

Onde: Sala 46 da National Gallery (Pela entrada Getty da Trafalgar Square)

(Atenção porque, ao lado, na sala 45, você pode apreciar outras obras de Van Gogh)

Metrô: Charing Cross (Northern e Bakerloo Lines)

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Via / Fotos: Reprodução

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© Jorge Bischoff . Por Aldeia